sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Já perdoei erros,

Já perdoei erros,

quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas que eu nunca pensei que iriam me decepcionar, mas também já decepcionei alguém. já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, e amigos que eu nunca mais vi. amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, fui amado e não amei. já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, e quebrei a cara muitas vezes! já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só para escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

domingo, 23 de janeiro de 2011

Um menino...

                                Um menino 


tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia. Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não frequentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.
A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:

Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o último a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.
O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição: ‘Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o porquê daquela CICATRIZ.’
A turma concordou, e no dia em que o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:
— Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri: ‘Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade… — a turma estava em silêncio atenta à tudo. O menino, então continuou: — Além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida. — Silêncio total em sala. — Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora.

Havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente… Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chamas. Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha. Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar. Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito… Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto… — A turma estava quieta atenta ao que o menino dizia, e envergonhada então o menino continuou. — Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.’
Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.”


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Um nαmorαdo deu um desαfio

             Um nαmorαdo deu um desαfio


α suα nαmorαdα de viver um diα sem ele sem quαlquer tipo de comunicαlção ,
e α disse que se elα fizesse isso α αmαriα pαrα sempre . α nαmorαdα αceitou.
Elα não ligou ou mαndou mensαgens prα ele por todo diα . Sem sαber que
o seu nαmorαdo tinhα αpenαs 24 horαs de vidα por que estαvα sofrendo de cαncêr. 
Elα foi α cαsα do seu nαmorαdo , todα feliz no diα seguinte . Lάgrimαs quαndo
elα o viu deitαdo com umα cαrtα αo seu lαdo escrito : '' você conseguiu αmor , e αgorα 
você consegue fαzer isso todo diα ? Eu te αmo 

NEOQEAV

NEOQEAV

Meus avós já estavam casados há 

mais de cinqüenta anos, e continuavam
jogando um jogo que haviam iniciado
quando começaram a namorar.
A regra do jogo era que, um tinha
que escrever a palavra "Neoqeav"
em um lugar inesperado, para o outro
encontrar, e assim que a encontrasse, deveria escrevê-la em outro lugar,
e assim sucessivamente.
Eles se revezavam deixando "Neoqeav" escrita por toda a casa, e assim que um
a encontrava, era sua vez de escondê-la
em outro local, para o outro achar.
Eles escreviam "Neoqeav" com os
dedos no açúcar, dentro do açucareiro,
ou no pote de farinha, para que o
próximo que fosse cozinhar achasse.
Escreviam na janela embaçada pelo
sereno, que dava para o pátio onde
minha avó nos dava pudim, que ela
fazia com tanto carinho.
"Neoqeav" era escrita no vapor
deixado no espelho, depois de um 
banho quente, onde a palavra iria
reaparecer depois do
próximo banho.
Uma vez, minha avó até desenrolou
um rolo inteiro de papel higiênico
para deixar "Neoqeav" na última
folha, e enrolou tudo de novo.
Não havia limites para onde
"Neoqeav" pudesse surgir.
Pedacinhos de papel com "Neoqeav" rabiscado apareciam grudados no
volante do carro que eles dividiam.
Os bilhetes eram enfiados dentro
dos sapatos e deixados debaixo
dos travesseiros.
"Neoqeav" era escrita com os dedos 
na poeira sobre as prateleiras,
e nas cinzas da lareira.
Esta misteriosa palavra tanto fazia
parte da casa de meus avós,
quanto da mobília. 
Levou bastante tempo para eu passar
a entender completamente e gostar
deste jogo que eles jogavam.
Meu ceticismo nunca me deixou
acreditar em um único e verdadeiro
amor, que possa ser realmente
puro e duradouro.
Porém, eu nunca duvidei do amor
entre meus avós.


Este amor era profundo!

Era mais do que um jogo de diversão,
era um modo de vida!
Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição apaixonada,
igual as quais nem todo mundo
tem a sorte de experimentar.
O vovô e a vovó ficavam de mãos
dadas sempre que podiam.
Roubavam beijos um do outro, sempre
que se batiam um contra outro, 
naquela cozinha tão pequena.
Eles conseguiam terminar a frase
incompleta do outro, e todo dia
resolviam juntos, as palavras
cruzadas do jornal.
Minha avó cochichava para mim,
dizendo o quanto meu avô era bonito,
como ele havia se tornado um velho
bonito e charmoso, e ela se gabava
de dizer que sabia como pegar os
namorados mais bonitos.
Antes de cada refeição eles se
reverenciavam, e davam graças a
Deus, e bençãos aos presentes por
sermos uma família maravilhosa,
para continuarmos sempre
unidos e com boa sorte.
Mas uma nuvem escura surgiu na 
vida de meus avós: minha avó
tinha câncer de mama.
A doença tinha primeiro aparecido
dez anos antes.
Como sempre, vovô estava com
ela a cada momento.
Ele a confortava no quarto amarelo
deles, que ele havia pintado dessa
cor para que ela ficasse sempre
rodeada da luz do sol, mesmo
quando ela não tivesse
forças para sair.
O câncer agora estava, de novo,
atacando seu corpo. 
Com a ajuda de uma bengala e a
mão firme do meu avô, eles iam
à igreja toda manhã.
E minha avó foi ficando cada vez
mais fraca, até que, finalmente, ela
não mais podia sair de casa.
Por algum tempo, meu avô resolveu
ir à igreja sozinho, rezando a Deus
para zelar por sua esposa.
E então, o que todos nós temíamos aconteceu:vovó partiu... 
"Neoqeav" foi gravada em amarelo,
nas fitas cor-de-rosa dos buquês
de flores, do funeral da vovó.
Quando os amigos começaram a ir 
embora, minhas tias, tios, primos
e outras pessoas da família se
juntaram e ficaram ao redor
da vovó pela última vez.


Vovô ficou bem junto do caixão da

vovó e, num suspiro bem profundo,
começou a cantar para ela. 
Através de suas lágrimas e pesar,
a música surgiu como uma canção
de ninar que vinha bem de
dentro de seu ser.
Sentindo-me muito triste, nunca vou
me esquecer daquele momento.
Porque eu sabia que mesmo sem
ainda poder entender completamente
a profundeza daquele amor, eu tinha
tido o privilégio de testemunhar
a beleza sem igual que aquilo
representava...
Aposto que a esta altura você deve
estar se perguntando:
"Mas o que Neoqeav significa?"
Essa linda palavra quer dizer:
"NEOQEAV" = NUNCA ESQUEÇA
O QUANTO EU AMO VOCÊ!!!






só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor

só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor

Era uma vez uma ilha, onde moravam os seguintes sentimentos: a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros.

Um dia avisaram para os moradores desta ilha que ela ia ser inundada. Apavorado, o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem; ele então falou:

_ Fujam todos, a ilha vai ser inundada.

Todos correram e pegaram seu barquinho, para irem a um morro bem alto. Só o amor não se apressou, pois queria ficar um pouco mais na ilha.

Quando já estava se afogando, correu para pedir ajuda.

Estava passando a riqueza e ele disse:

- Riqueza, leve-me com você.

Ela respondeu:

- Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e você não vai caber.

Passou então a vaidade e ele pediu:

- Oh! Vaidade, leve-me com você.

- Não posso você vai sujar o meu barco.

Logo atrás vinha a tristeza.

- Tristeza, posso ir com você?

— Ah! Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha.

Passou a alegria, mas estava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela. Já desesperado, achando que ia ficar só, o amor começou a chorar.

Então passou um barquinho, onde estava um velhinho.

- Sobe, amor que eu te levo.

O amor ficou tão radiante de felicidade que esqueceu de perguntar o nome do velhinho.

Chegando no morro alto onde estavam os sentimentos, ele perguntou à sabedoria:

- Sabedoria, quem era o velhinho que me trouxe aqui?

Ela respondeu:

- O tempo.

- O tempo? Mas, por que só o tempo me trouxe aqui?

- Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.




O amor e a Loucura

O AMOR E A LOUCURA 

A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa.
Todos os convidados foram. Após o café, a Loucura propôs:
- Vamos brincar de esconde-esconde?
- Esconde-esconde? O que é isso? -
perguntou a Curiosidade.
- Esconde - esconde é uma brincadeira. Eu conto até cem e vocês se escondem.
Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado
será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
-1,2,3,... - a Loucura começou a contar.
A Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer.
A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. A Alegria correu para o meio do jardim.
Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder.
A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele de baixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo.
O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava nonoventa e nove.
- Cem - gritou a Loucura. - Vou começar a procurar.
A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não agüentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar.
Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder. E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez...
Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou:
- Onde está o Amor?
Ninguém o tinha visto.. A Loucura começou a procurá-lo.
Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedra
s e nada do Amor aparecer.
Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente o uviu um grito.
Era o Amor, gritando por Ter furado o olho com um espinho!
A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre. O Amor aceitou as desculpas...
Hoje, o Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre.







sábado, 15 de janeiro de 2011

a cega ingrata

a cega ingrata



Havia Uma garota cega que se odiava pelo fato de ser cega!
Ela também odiava a todos... exceto seu namorado!
Um dia ela disse que se pudesse ver o mundo, ela se casaria
com ele. Em um dia de sorte, alguém doou um
par de olhos a ela! Então o seu namorado perguntou a ela: Agora
que vc pode ver, vc se casa comigo? A garota estava chocada quando ela viu que seu namorado era cego! Ela disse: Eu sinto
muito, mas não posso me casar com vc porque vc é
cego! O namorado afastando-se dela em lágrimas
disse: Por favor, apenas cuide bem dos meus olhos...
eles eram muito importantes pra mim...

moral da história : Nunca despreze quem te ama, As vezes as pessoas fazem certos sacrifícios e nós nem ligamos !