quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Um nαmorαdo deu um desαfio

             Um nαmorαdo deu um desαfio


α suα nαmorαdα de viver um diα sem ele sem quαlquer tipo de comunicαlção ,
e α disse que se elα fizesse isso α αmαriα pαrα sempre . α nαmorαdα αceitou.
Elα não ligou ou mαndou mensαgens prα ele por todo diα . Sem sαber que
o seu nαmorαdo tinhα αpenαs 24 horαs de vidα por que estαvα sofrendo de cαncêr. 
Elα foi α cαsα do seu nαmorαdo , todα feliz no diα seguinte . Lάgrimαs quαndo
elα o viu deitαdo com umα cαrtα αo seu lαdo escrito : '' você conseguiu αmor , e αgorα 
você consegue fαzer isso todo diα ? Eu te αmo 

NEOQEAV

NEOQEAV

Meus avós já estavam casados há 

mais de cinqüenta anos, e continuavam
jogando um jogo que haviam iniciado
quando começaram a namorar.
A regra do jogo era que, um tinha
que escrever a palavra "Neoqeav"
em um lugar inesperado, para o outro
encontrar, e assim que a encontrasse, deveria escrevê-la em outro lugar,
e assim sucessivamente.
Eles se revezavam deixando "Neoqeav" escrita por toda a casa, e assim que um
a encontrava, era sua vez de escondê-la
em outro local, para o outro achar.
Eles escreviam "Neoqeav" com os
dedos no açúcar, dentro do açucareiro,
ou no pote de farinha, para que o
próximo que fosse cozinhar achasse.
Escreviam na janela embaçada pelo
sereno, que dava para o pátio onde
minha avó nos dava pudim, que ela
fazia com tanto carinho.
"Neoqeav" era escrita no vapor
deixado no espelho, depois de um 
banho quente, onde a palavra iria
reaparecer depois do
próximo banho.
Uma vez, minha avó até desenrolou
um rolo inteiro de papel higiênico
para deixar "Neoqeav" na última
folha, e enrolou tudo de novo.
Não havia limites para onde
"Neoqeav" pudesse surgir.
Pedacinhos de papel com "Neoqeav" rabiscado apareciam grudados no
volante do carro que eles dividiam.
Os bilhetes eram enfiados dentro
dos sapatos e deixados debaixo
dos travesseiros.
"Neoqeav" era escrita com os dedos 
na poeira sobre as prateleiras,
e nas cinzas da lareira.
Esta misteriosa palavra tanto fazia
parte da casa de meus avós,
quanto da mobília. 
Levou bastante tempo para eu passar
a entender completamente e gostar
deste jogo que eles jogavam.
Meu ceticismo nunca me deixou
acreditar em um único e verdadeiro
amor, que possa ser realmente
puro e duradouro.
Porém, eu nunca duvidei do amor
entre meus avós.


Este amor era profundo!

Era mais do que um jogo de diversão,
era um modo de vida!
Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição apaixonada,
igual as quais nem todo mundo
tem a sorte de experimentar.
O vovô e a vovó ficavam de mãos
dadas sempre que podiam.
Roubavam beijos um do outro, sempre
que se batiam um contra outro, 
naquela cozinha tão pequena.
Eles conseguiam terminar a frase
incompleta do outro, e todo dia
resolviam juntos, as palavras
cruzadas do jornal.
Minha avó cochichava para mim,
dizendo o quanto meu avô era bonito,
como ele havia se tornado um velho
bonito e charmoso, e ela se gabava
de dizer que sabia como pegar os
namorados mais bonitos.
Antes de cada refeição eles se
reverenciavam, e davam graças a
Deus, e bençãos aos presentes por
sermos uma família maravilhosa,
para continuarmos sempre
unidos e com boa sorte.
Mas uma nuvem escura surgiu na 
vida de meus avós: minha avó
tinha câncer de mama.
A doença tinha primeiro aparecido
dez anos antes.
Como sempre, vovô estava com
ela a cada momento.
Ele a confortava no quarto amarelo
deles, que ele havia pintado dessa
cor para que ela ficasse sempre
rodeada da luz do sol, mesmo
quando ela não tivesse
forças para sair.
O câncer agora estava, de novo,
atacando seu corpo. 
Com a ajuda de uma bengala e a
mão firme do meu avô, eles iam
à igreja toda manhã.
E minha avó foi ficando cada vez
mais fraca, até que, finalmente, ela
não mais podia sair de casa.
Por algum tempo, meu avô resolveu
ir à igreja sozinho, rezando a Deus
para zelar por sua esposa.
E então, o que todos nós temíamos aconteceu:vovó partiu... 
"Neoqeav" foi gravada em amarelo,
nas fitas cor-de-rosa dos buquês
de flores, do funeral da vovó.
Quando os amigos começaram a ir 
embora, minhas tias, tios, primos
e outras pessoas da família se
juntaram e ficaram ao redor
da vovó pela última vez.


Vovô ficou bem junto do caixão da

vovó e, num suspiro bem profundo,
começou a cantar para ela. 
Através de suas lágrimas e pesar,
a música surgiu como uma canção
de ninar que vinha bem de
dentro de seu ser.
Sentindo-me muito triste, nunca vou
me esquecer daquele momento.
Porque eu sabia que mesmo sem
ainda poder entender completamente
a profundeza daquele amor, eu tinha
tido o privilégio de testemunhar
a beleza sem igual que aquilo
representava...
Aposto que a esta altura você deve
estar se perguntando:
"Mas o que Neoqeav significa?"
Essa linda palavra quer dizer:
"NEOQEAV" = NUNCA ESQUEÇA
O QUANTO EU AMO VOCÊ!!!






só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor

só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor

Era uma vez uma ilha, onde moravam os seguintes sentimentos: a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros.

Um dia avisaram para os moradores desta ilha que ela ia ser inundada. Apavorado, o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem; ele então falou:

_ Fujam todos, a ilha vai ser inundada.

Todos correram e pegaram seu barquinho, para irem a um morro bem alto. Só o amor não se apressou, pois queria ficar um pouco mais na ilha.

Quando já estava se afogando, correu para pedir ajuda.

Estava passando a riqueza e ele disse:

- Riqueza, leve-me com você.

Ela respondeu:

- Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e você não vai caber.

Passou então a vaidade e ele pediu:

- Oh! Vaidade, leve-me com você.

- Não posso você vai sujar o meu barco.

Logo atrás vinha a tristeza.

- Tristeza, posso ir com você?

— Ah! Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha.

Passou a alegria, mas estava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela. Já desesperado, achando que ia ficar só, o amor começou a chorar.

Então passou um barquinho, onde estava um velhinho.

- Sobe, amor que eu te levo.

O amor ficou tão radiante de felicidade que esqueceu de perguntar o nome do velhinho.

Chegando no morro alto onde estavam os sentimentos, ele perguntou à sabedoria:

- Sabedoria, quem era o velhinho que me trouxe aqui?

Ela respondeu:

- O tempo.

- O tempo? Mas, por que só o tempo me trouxe aqui?

- Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.




O amor e a Loucura

O AMOR E A LOUCURA 

A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa.
Todos os convidados foram. Após o café, a Loucura propôs:
- Vamos brincar de esconde-esconde?
- Esconde-esconde? O que é isso? -
perguntou a Curiosidade.
- Esconde - esconde é uma brincadeira. Eu conto até cem e vocês se escondem.
Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado
será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
-1,2,3,... - a Loucura começou a contar.
A Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer.
A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. A Alegria correu para o meio do jardim.
Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder.
A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele de baixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo.
O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava nonoventa e nove.
- Cem - gritou a Loucura. - Vou começar a procurar.
A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não agüentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar.
Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder. E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez...
Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou:
- Onde está o Amor?
Ninguém o tinha visto.. A Loucura começou a procurá-lo.
Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedra
s e nada do Amor aparecer.
Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente o uviu um grito.
Era o Amor, gritando por Ter furado o olho com um espinho!
A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre. O Amor aceitou as desculpas...
Hoje, o Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre.







sábado, 15 de janeiro de 2011

a cega ingrata

a cega ingrata



Havia Uma garota cega que se odiava pelo fato de ser cega!
Ela também odiava a todos... exceto seu namorado!
Um dia ela disse que se pudesse ver o mundo, ela se casaria
com ele. Em um dia de sorte, alguém doou um
par de olhos a ela! Então o seu namorado perguntou a ela: Agora
que vc pode ver, vc se casa comigo? A garota estava chocada quando ela viu que seu namorado era cego! Ela disse: Eu sinto
muito, mas não posso me casar com vc porque vc é
cego! O namorado afastando-se dela em lágrimas
disse: Por favor, apenas cuide bem dos meus olhos...
eles eram muito importantes pra mim...

moral da história : Nunca despreze quem te ama, As vezes as pessoas fazem certos sacrifícios e nós nem ligamos !







A borboleta azul



 A borboleta azul 
Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.
As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder,outras não. 
Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.
Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder.
Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? - perguntou a irmã.
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!
As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você... ela está em suas mãos.
Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.

Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos). Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul... Cabe a nós escolher o que fazer com ela.

O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.

"Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."




Uma história de amor impossível - (Paulo Coelho)

Uma história de amor impossível - (Paulo Coelho)


Conta a lenda que uma jovem mariposa - de corpo frágil e alma sensível -
voava ao sabor do vento certa tarde,
quando viu uma estrela muito brilhante, e se apaixonou.
Excitadíssima, voltou imediatamente para casa,
louca para contar à mãe que havia descoberto o que era o amor.


- Que bobagem! - foi a resposta fria que escutou.
- As estrelas não foram feitas para que as mariposas
possam voar em torno delas. Procure um poste ou um abajur,
e se apaixone por algo assim; para isso nós fomos criadas.


Decepcionada, a mariposa resolveu simplesmente ignorar
o comentário da mãe, e permitiu-se ficar de novo alegre
com a sua descoberta. - Que maravilha poder sonhar!- pensava.
Na noite seguinte, a estrela continuava no mesmo lugar,
e ela decidiu que iria subir até o céu,
voar em torno daquela luz radiante, e demonstrar seu amor.
Foi muito difícil ir além da altura com a qual estava acostumada,
mas conseguiu subir alguns metros acima do seu vôo normal.
Entendeu que, se cada dia progredisse um pouquinho,
iria terminar chegando na estrela,
então armou-se de paciência
e começou a tentar vencer a distância que a separava de seu amor.
Esperava com ansiedade que a noite descesse,
e quando via os primeiros raios da estrela,
batia ansiosamente suas asas em direção ao firmamento.


Sua mãe ficava cada vez mais furiosa:


- Estou muito decepcionada com a minha filha - dizia.
- Todas as suas irmãs, primas e sobrinhas
já têm lindas queimaduras nas asas, provocadas por lâmpadas!
Só o calor de uma lâmpada é capaz de aquecer o coração
de uma mariposa; você devia deixar de lado estes sonhos inúteis,
e arranjar um amor que possa atingir.


A jovem mariposa, irritada porque ninguém respeitava o que sentia,
resolveu sair de casa. Mas, no fundo - como, aliás, sempre acontece
ficou marcada pelas palavras da mãe, e achou que ela tinha razão.


Por algum tempo, tentou esquecer a estrela
e apaixonar-se pela luz dos abajures de casas suntuosas,
pelas luminárias que mostravam as cores de quadros magníficos,
pelo fogo das velas que queimavam nas mais belas catedrais do mundo.
Mas seu coração não conseguia esquecer a estrela, e,
depois de ver que a vida sem o seu verdadeiro amor não tinha sentido,
resolveu retomar sua caminhada em direção ao céu.
Noite após noite, tentava voar o mais alto possível,
mas quando a manhã chegava, estava com o corpo gelado
e a alma mergulhada na tristeza. Entretanto,
à medida que ia ficando mais velha,
passou a prestar atenção em tudo que via à sua volta.
Lá do alto, podia enxergar as cidades cheias de luzes,
onde provavelmente suas primas, irmãs e sobrinhas
já tinham encontrado um amor. Via as montanhas geladas,
os oceanos com ondas gigantescas,
as nuvens que mudavam de forma a cada minuto.
A mariposa começou a amar cada vez mais sua estrela,
porque era ela quem a empurrava para ver um mundo tão rico e tão lindo.


Muito tempo se passou, e um belo dia ela resolveu voltar à sua casa.
Foi então que soube pelos vizinhos que sua mãe, suas irmãs,
primas e sobrinhas, e todas as mariposas que havia conhecido
já tinham morrido queimadas nas lâmpadas e nas chamas das velas,
destruídas pelo amor que julgavam fácil.


A mariposa, embora jamais tenha conseguido chegar à sua estrela,
viveu muitos anos ainda, descobrindo toda noite algo diferente
e interessante. E compreendendo que, às vezes,
os amores impossíveis trazem muito mais alegrias
e benefícios que aqueles que estão ao alcance de nossas mãos.